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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Tyranni
Infraordem: Tyrannides
 Wetmore & Miller, 1926
Parvordem: Tyrannida
Família: Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Tyranninae
 Vigors, 1825
Espécie: C. rufus

Nome Científico

Casiornis rufus
(Vieillot, 1816)

Nome em Inglês

Rufous Casiornis


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Maria-ferrugem

A Maria-ferrugem é uma ave da ordem passeriformes da família tyrannidae.

Seu nome científico significa: do (grego) kasia = acássia, cinamomo, (árvore da Ordem Sapindales, família das Meliáceas, nativa da Ásia); e ornis = pássaro; e do (latim) rufus = castanho, vermelho. ⇒ Pássaro castanho da cor do cinamomo.

Também conhecida como Caneleiro.

Características

O adulto mede 18 cm. Ave que lembra uma espécie do gênero Myiarchus por sua postura ereta e por deixar as penas da cabeça semi-eriçadas. O tom avermelhado da plumagem é a característica principal. Tal cor destaca o pardo amarelado da região ventral, especialmente na garganta e na barriga. Bico longo, negro, com uma larga base avermelhada (visível sob boas condições de luz).

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Não possui subespécies.

Alimentação

Alimenta-se de invertebrados, apanhando-os em voo desde o poleiro ou verificando a parte interna das folhagens. Ocasionalmente, associa-se a grupos seguindo formigas de correição, capturando os invertebrados fugindo das pequenas predadoras.

Reprodução

Nidifica em cavidades naturais em árvores.

Hábitos

Vive solitário ou em casais (período reprodutivo) na parte baixa das matas ciliares, cerradões e matas secas. Emite um chamado assobiado agudo e alto durante todo o ano. É mais facilmente escutado do que visto. No período reprodutivo canta mais, com o assobio emitido em duas ou três notas próximas.

Distribuição Geográfica

Ocorre desde o oeste de Peru, leste da Bolívia, todo o Paraguai, nordeste da Argentina até a região norte do Brasil (ao sul do rio Amazonas), seguindo para região centro-oeste (Birdlife International, 2015). Foi recentemente registrada no oeste do Rio Grande do Sul (Vizentin-Bugoni et al. 2015). É migratório após o período reprodutivo, onde convergem para a Amazônia meridional durante os meses de estiagem. No Pantanal são residentes.

Referências

Galeria de Fotos